Deixo-vos uma pérola brilhante escrita por um anónimo num blog da ELSA!

“Isto, a que algumas pessoas chamam indivíduo, e outros dejecto humano, tem, desde a sua origem, um modo de vida bastante singular mas que em nada é pautado por princípios…
Comece-se pela sua concepção, onde o pai, padre, renega o hábito procriando com uma mulher, dando à luz tal rebento…
Início auspicioso de uma vida marcada por princípios…
Com uma educação certamente esmerada e com o ditoso exemplo do pai, estuda na Universidade de Lisboa (Faculdade de Letras, Ciências Histórico-políticas e Direito), onde é abordado pela maçonaria que, certamente atraídos por uma falta de carácter evidente, sede de poder e ódio contra tudo o que representava a autoridade, o convidam a pertencer a um dos seus ramos(provavelmente o vermelho -maçonaria francesa de facção interventiva directa), que viria a servir como um dos mais zelosos lacaios.
Inicia o seu trilho defendendo tudo o que eram inimigos do regime, candidatando-se seguidamente em vários actos eleitorais, o que teve os resultados esperados para tal luminária: zero (na altura ainda não tinha a máquina informativa (ou desinformativa) a tecer-lhe loas e fazendo de tal tumor social um “grande estadista”).
É preso e deportado, certamente porque uma mente tão pútrida estaria a infectar os ares de Portugal.
Em 1970, estabelece-se em Paris, dando azo aos seus ideais(???) e causas políticas(???), onde, de tão ocupado, ia ao cinema três vezes ao dia. Finalmente, é graças aos seus contactos secretos (maçonaria) que chega a Secretário Geral do recém criado Partido Socialista, mantendo, no entanto, o cadáver longe de Portugal não fossem confundi-lo com um mamute e enfiá-lo no zoo de tão inchado andava a ficar (devido ao estilo de vida recatado e pouco dado a luxúrias) .
O resto da vida é sobejamente conhecida, mal se deu o golpe de estado volta a Portugal, onde ao contrário do que se diga, não afastou as pretensões totalitárias de esquerda, porque era impossivel esta implantar-se num povo de brandos costumes como o nosso, mas serviu apenas como o melhor entre dois pratinhos de dejectos que nos eram dados a escolher…
Conduz um brilhante processo de descolonização em Àfrica, criando o país com maior número de mutilados no mundo e um dos mais pobres, só citando Angola e Moçambique. Os nossos antigos cidadãos devem-se fartar de gritar liberdade, sempre que uma mina rebenta e mata mais uma criança, ou quando tomba outra inerte à custa da sub-nutrição… Isto tudo para que algumas super-potências lá pudessem implantar as suas indústrias de diamante, ouro, etc.
Este altruísta político, ou antes Pulhítico, conseguiu ainda lucrar com tal descolonização vendendo armamento aos partidos beligerantes, e recebendo marfim e diamantes (aliás o seu filho, outra eminentíssima figura da nossa praça, foi encontrado em África à beira de um avião que se tinha despenhado, quase inteiramente coberto de marfim e armamento bélico, que tal rebento negociava em nome do pai…) Desde então os seus sólidos serviços à maçonaria internacional teem-lhe granjeado tachos atrás de tachos e uma cotação e reputação criada à custa de uma màquina informativa perfeitamente dominada por tal sociedade.
Eis o “making of” de um crápula, ou nas cabeças dos mais ingénuos, do Super Mário!!!”