31st
Caros Bloggers e visitantes,
Hoje 25 de Abril de 2008 celebram-se 34 anos de regime não ditatorial. Desde essa data, muito se fez tendo por base o regime salazarista ou o período pós-revolucionário, mas ainda há um longo caminho a percorrer.
Assim, será importante analisar o que tem afectado a qualidade da democracia.
Tenho verificado que o governo socialista, ao não poder nacionalizar, regulamenta.
O governo e a ASAE estão a colocar em risco os produtos tradicionais portugueses através regulamentação do gosto. Defendo um caminho oposto. O governo deve assegurar a qualidade dos produtos mas deve apoiar o que está no código genético português.
Como exemplo, podemos analisar a forma como é aplicada a mesma directiva europeia mas noutros países, como Espanha e França. Não passa pela cabeça do Sr Zapatero nem do Sr Sarkozi dizer o que o presunto pata negra ou o queijo camamber devem ter e a forma como estes são confeccionados.
No que diz respeito às políticas de educação, a avaliação dos professores de acordo com as notas dos alunos vai resultar na sobrevalorização das classificações e na inversão da hierarquia natural. Além deste erro, a Senhora Ministra não tem tido a sensibilidade para perceber que sempre que ataca os professores, no dia seguinte são estes que lidam com a arrogância dos alunos. Tem sido visto com alguma frequência que devido à desautorização dos professores pelo governo, os alunos acabam por desrespeitar os professores e até agredi-los. Por isso a JP defende que é fundamental restaurar autoridade aos professores e respeito por parte dos alunos.
Passados mais de 30 anos sobre a revolução, concluímos que ainda não fomos capazes de encontrar um modelo educativo capaz de potenciar o desenvolvimento científico, técnico e tecnológico da nossa sociedade. Sucessivas reformas e contra reformas, feitas ao sabor das orientações políticas dos vários Governos, provocaram o caos na educação, comprometendo várias gerações.
É fundamental, por isso, criarmos um modelo educativo em Portugal, imune às flutuações governativas, que permita mais e melhor educação, em nome das novas gerações. Esse modelo educativo terá que
estar assente em critérios muito simples: exigência, disciplina e excelência. Sem estes três critérios, nenhum projecto de educação poderá ser bem sucedido a longo prazo.
A educação que defendo será uma educação ideologicamente descomprometida, a todos os níveis.
Ao mesmo tempo, deve ser dada aos pais a liberdade de escolher a escola dos seus filhos, em virtude do projecto educativo apresentado pela escola e tendo em conta os critérios de avaliação dos estabelecimentos de ensino.
Se introduzimos um ranking das escolas teremos que saber daí retirar as necessárias consequências, como a hierarquização de escolas, a avaliação de projectos educativos e de professores. De outro modo, tudo não passará de uma actividade inconsequente do Ministério da Educação.
Outra questão muito importante para a minha geração é a definição do salário mínimo. A JP vê no Salário Mínimo nada mais do que o estabelecimento de um preço mínimo naquele que deveria ser o normal funcionamento do mercado de trabalho.
Preocupa-nos sim aquele que é cada vez mais visto como o salário máximo. Um jovem qualificado português, a já apelidada de geração 1.000€, vê cada vez mais como certo um tecto salarial. Esta dificuldade de pagar salários mais justos e mais competitivos tem origem na enorme carga fiscal que o Estado impõe às empresas e aos indivíduos,
tornando as empresas e os cidadãos cada vez menos competitivos à escala global.
Estamos certos que menos impostos significa mais salários, mais investimento privado, maior competitividade e maior atractividade da economia portuguesa.
No que diz respeito à Constituição da República Portuguesa, esta deverá ser um símbolo da Nação.
No dia 2 de Abril de 1976, na Assembleia Constituinte, os 16 deputados dos CDS foram os únicos a votar contra a Constituição da República Portuguesa.
Consideravam-na, à época, um texto socialista e socializante que condenava Portugal, à partida, a uma ideologia e a um caminho sem futuro. Por isso, Victor Sá Machado, disse, no seu discurso perante a Assembleia que «o nosso voto é um voto de liberdade (…) O que queríamos é que a Constituição não fosse, sobretudo, um instrumento de forças temporalmente maioritárias, mas que se traduzisse, isso sim, numa base flexível, de sólidas e bem delimitadas fronteiras democráticas, para o exercício pleno, criador, eficaz e progressivo da vontade popular.»
Foi assim que se iniciou o caminho do CDS na luta pela verdadeira liberdade e pela plena democracia. Condenámos, à partida, um texto que a história provou ser um equívoco e cujas sucessivas revisões apenas vieram dar razão àqueles 16 deputados que, em 76, ousaram pensar diferente. Diria mesmo, ousaram pensar mais longe.
Mas este pensamento, esta nossa convicção profunda na liberdade, não se esgotou naquele dia 2 de Abril. Fez caminho, e ao longo de 32 anos o CDS tem sido testemunho vivo e claro de que o socialismo não é o caminho exclusivo e de que há espaço para quem pensa de forma diversa, diria mesmo, de forma melhor!
Três décadas são tempo mais do que suficiente para percebermos que não devemos continuar a viver o equívoco histórico que aqueles 16 deputados tão bem identificaram e repudiaram. É tempo de mudarmos e de termos uma Constituição que seja de todos portugueses. Dos comunistas, dos socialistas, dos sociais-democratas, dos conservadores e dos liberais. Um texto com o qual todos nós possamos viver em liberdade.
Para cumprirmos aquilo que Sá Machado lembrou naquele dia 2 de Abril de 76 «o povo está acima da Constituição, não é a Constituição que está acima do povo».
Dito isto, termino dizendo
VIVA A LIBERDADE
VIVA PORTUGAL
Sérgio Lopes
Sr. Primeiro-Ministro:
Em cada 100 euros que o patrão paga pelo meu trabalho, o Estado, e muito bem, tira-me 20 euros para o IRS e 11 euros para a Segurança Social.
O meu patrão, por cada 100 euros que paga pelo meu trabalho, é obrigado a dar ao Estado, e muito bem, mais 23,75 euros para a Segurança Social.
E por cada 100 euros de riqueza que eu produzo, o Estado, e muito bem, retira ao meu patrão outros 33 euros.
Em resumo:
Eu pago e acho muito bem, portanto exijo:
Um sistema de ensino que garanta cultura, civismo e futuro
Emprego para os meus filhos.
Serviços de saúde exemplares.
Um hospital bem equipado a menos de 20 km da minha casa.
Estradas largas, sem buracos e bem sinalizadas em todo o país.
Auto-estradas sem portagens.
Pontes que não caiam.
Tribunais com capacidade para decidir processos em menos d’um ano.
Uma máquina fiscal que cobre igualitariamente os impostos.
Eu pago, e por isso quero ter, quando lá chegar, a reforma garantida.
Jardins públicos e espaços verdes bem tratados e seguros.
Polícia eficiente e equipada.
Os monumentos do meu País bem conservados e abertos ao público, uma orquestra sinfónica.
Filmes criados em Portugal.
E, no mínimo, que não haja um único caso de fome e miséria nesta terra.
Na pior das hipóteses, cada 300 euros em circulação em Portugal garantem ao Estado 100 euros de receita.
Portanto, Sr. Primeiro-ministro, governe-se com o dinheirinho que lhe dou pois eu tambem me governo com o vencimento descontado e eu quero e tenho direito a tudo isto.
Fadel Shana, de 23 anos, cobria a violência no enclave para a agência de notícias internacional sediada em Londres.
O veículo em que viajava tinha acabado de parar e Shana estava a sair quando uma explosão o atingiu e a mais dois passageiros, residentes locais, disseram moradores locais. Colegas viram o seu corpo num hospital.
Um porta-voz israelita militar disse ainda não ter informações sobre o ataque aéreo ao veículo no centro de Gaza, onde ocorreu o incidente ao final da tarde.
O editor executivo da Reuters, David Schlesinger, apelou a uma investigação sobre o incidente e disse que os pensamentos da Reuters estão com a família de Fadel Shana.
Numa das minha longas divagações na net, deparei-me com uns sites acerca das teorias da conspiração do 11 de setembro! Neste assunto sempre fui muito curioso, no entanto absorvendo pragmaticamente todas as teorias, ao mesmo tempo sempre duvidando do que realmente se terá passado! Foi então que me deparei com algo que achei incrivel! Acredito na veracidade do documento! Trata-se da Operação Northwoods.
Tudo se passou aquando da tentativa de invasão mal-sucedida por parte de mais de 1200 exilados cubanos, que pertenciam ao regime de Fulgêncio Batista, apoiados pelos Estados Unidos da América e pela Máfia Norte Americana - que foram treinados e financiados pelos serviço secreto norte-americana CIA e tinha como objectivo derrubar o recém-formado governo socialista liderado por Fidel Castro e assassiná-lo em 1961. Depois de três dias de combates, os mercenários foram vencidos e Fidel declarou vitória sobre o imperialismo americano.
Logo desta fracassada investida, a CIA tentou um novo plano, dado como um falhanço mesmo antes de se iniciar, denominada de Operação Northwoods! O documento publicado em 1997, consistia na encenação de uma série de falsos ataques terroristas, alguns dos quais sobre solo americano e envolvendo a morte de civis, que seriam então atribuídos a Fidel Castro. A idéia era conseguir apoio popular para uma invasão a Cuba. Um dos cenários propostos envolveria a simulação do sequestro e explosão de um avião comercial norte-americano:
“Uma aeronave seria pintada e numerada na base aérea americana de Englin, como uma réplica exacta de uma aeronave civil (…) Em uma hora designada, a réplica seria substituída pela aeronave civil de verdade e seria carregada com passageiros selectos, todos com pseudônimos cuidadosamente preparados. A aeronave registrada de verdade seria convertida em um drone [teleguiado]. (…) A aeronave carregando os passageiros seria baixada a uma altitude mínima e iria diretamente a um campo auxiliar na base aérea de Eglin onde preparativos teriam sido feitos para evacuar os passageiros e retornar a aeronave a seu status original. A aeronave teleguiada enquanto isso continuará a voar com o plano de vôo original. Quando estiver sobre Cuba o avião teleguiado começará a transmitir a freqüência internacional de perigo MAYDAY afirmando estar sob ataque de aeronaves MIGs cubanas. A transmissão será interrompida pela destruição da aeronave que será detonada por um sinal de rádio”
Além de este plano surge outros no documento, exemplificando até, ataques em solo americano nomeadamente Washington.
Sabe-se que o documento nunca fora aceite ou executado, porém meticulosamente planeado pelo “joint-Chief of Staff” do ministério da Defesa e por um senador, depois enviado para o secretário de Defesa!
Jonh F. Kennedy que viria publicamente carretar responsabilidades pelo fracasso do incidente Baia dos Porcos, viria-se a saber mais tarde que ressentiria uma jogada de bastidores por parte da CIA referentes ao mesmo e tambem ao documento Northwoods.
Sabe-se tambem que dias antes da sua morte, teria iniciado processos de cortes orçamentais a agencias norte-americanas!
Fica a suspeita no ar de mais uma teoria para a sua morte! Como dizia a personagem de Kevin Costner no Filme de Oliver Stone, JFK: “Hoje é o dia em que me envergonho de ser Americano”.
Cada dia me alegro mais por ser Europeu e mais que tudo Português.
